Coragem e perseverança!

Coragem e perseverança!

Coragem e Perseverança!

Sabia que hoje ainda há cristãos que são degolados, mortos a tiros, porque se declaram  seguidores de Jesus Cristo? Achava que não existia mais? Pois existe. Em vários países fundamentalistas do oriente, radicais vivem à caça de cristãos. Vale pensar: Você se exporia a este perigo? Você confirmaria que é cristão, mesmo sabendo que seria torturado ou morto?

     Jesus não só morreu, mas antes foi crucificado. Cruel. Ser estirado numa cruz e, ali ser pregado! Morte rápida, ainda vá; mas, morte lenta, sofrida? Parece que se sente a dor só em pensar.  De fato, foi o que aconteceu.  Jesus tornou-se  “obediente até a morte, e morte de cruz” (Fl 2,8). Você seria também obediente até este ponto?  As pessoas facilmente negam o que falaram diante do perigo de perderem um bem  maior, a vida. Porém, com Jesus não foi assim.

     Perseverança. Ele permaneceu firme no seu propósito inicial. “5 (o Senhor Deus abriu-me o ouvido) e eu não relutei, não me esquivei”  (Is 50,5). Ah, como é fácil esquivar-se, achar uma desculpa na hora do vamos ver! Comumente não damos a face para ser batida. “Aos que me feriam, apresentei as espáduas, e as faces àqueles que me arrancavam a barba; não desviei o rosto dos ultrajes e dos escarros”  (Is 50,5). Coragem a de Jesus. Não sei se eu teria também esta coragem. Você  teria?

     Geralmente revidamos com  argumentações ferrenhas ou com agressões, quando atacados em situações muito menos complexas e  menos sangrentas. Achamo-nos no direito de revidar quando nos sentimos desonrados. “7 Mas o Senhor Deus vem em meu auxílio: eis por que não me senti desonrado; enrijeci meu rosto como uma pedra, convicto de não ser desapontado”  (Is 50,4-9). Ele confiou e enrijeceu o rosto de coragem. Conosco, em geral acontece diferente:  Na hora da dificuldade séria, confiamos mais em nossas forças do que no auxílio divino. Com Jesus, a determinação venceu: “Enrijeci meu rosto como uma pedra, convicto de não ser desapontado”  (Is 50,4-9). Aliás, se tivesse apenas confiado em motivações humanas, teria conseguido superar de forma exemplar cada etapa do sofrimento até seu último suspiro? Certamente, não.

A situação causou tal perplexidade que um centurião não viu explicação humana para tanta força. Observando  o que acontecia, “deu glória a Deus e disse: Na verdade, este homem era um justo”   (Lc 23,47). Ou seja, morreu pela causa que professava.  Quantas pessoas fazem o mesmo! Todavia, muitos hoje, ainda precisam demonstrar esta força e coragem.

Se você e eu estivéssemos no lugar deles, passaríamos no teste de fidelidade? Seríamos exemplos de coragem e perseverança, como Jesus e tantos cristãos?

Eu, diante da Palavra

Morte de cruz
8 E, sendo exteriormente reconhecido como homem, humilhou-se ainda mais, tornando-se obediente até a morte, e morte de cruz.  (Fl 2,).

Eu aceitaria a morte de cruz por causa da minha religião?

Coragem
  6 Aos que me feriam, apresentei as espáduas, e as faces àqueles que me arrancavam a barba; não desviei o rosto dos ultrajes e dos escarros  (Is 50,5).

Reajo fazendo o bem aos que me ofendem ou revidando as ofensas?

Reconhecer como justo
47 Vendo o centurião o que acontecia, deu glória a Deus e disse:
Na verdade, este homem era um justo
(Lc 23,47).

Reconheço Jesus como justo?

 Minha prece

Meu Deus,
confio que me libertareis em meus momentos difíceis.
Não fiqueis longe no momento de sofrimento,
pois sois minha força e meu socorro!
Anunciarei vossa bondade e fidelidade a meus irmãos.
Que vos louvem todos os batizados, todos os que vos amam,
porque sois fiel.
De ti vem a força para eu viver
Como verdadeiro filho de Deus.